ALCACHOFRA

A alcachofra é uma planta medicinal, também conhecida como Cachofra, Alcachofra-hortense ou Alcachofra comum, muito utilizada para emagrecer ou para complementar tratamentos, tais como: baixar o colesterol, combater a anemia, regular os níveis de açúcar no sangue e combater os gases, por exemplo.
É originária de países do mar mediterrâneo, como a Grécia, e, para muitos, a alcachofra é considerada afrodisíaca. O seu nome científico é Cynara scolymus .
INFORMAÇÃO NUTRICIONAL
Oferece cinarina que baixa o colesterol juntamente com a pectina, fibra laxativa que também evita a formação de placas de ateroma, reduz a absorção de gorduras e glicose. Também contém potássio que ajuda a eliminar o excesso de sódio, sendo drenador.
BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE
A alcachofra está indicada para más digestões, enfartamentos, gases e dispepsias. Dada a sua capacidade regeneradora do fígado, pode ser utilizada em caso de intoxicações crónicas por má alimentação ou por utilização excessiva de medicamentos ou álcool.
Melhora o funcionamento da vesícula biliar, aumentando e fluidificando a bílis, ação que também ajuda a melhorar o trânsito intestinal e a tratar a vulgarmente chamada de vesícula preguiçosa. Diminui os níveis de colesterol.
Melhora o funcionamento da vesícula biliar, aumentando e fluidificando a bílis, ação que também ajuda a melhorar o trânsito intestinal e a tratar a vulgarmente chamada de vesícula preguiçosa. Diminui os níveis de colesterol.
ÉPOCA DE COLHEITA
A colheita dos capítulos florais da alcachofra é realizada quando as brácteas (flores) ainda estão fechadas. Quando as brácteas se abrem, a alcachofra perdeu sua qualidade, podendo já estar fibrosa.
As plantas podem produzir poucas flores (ou nenhuma flor) no primeiro ano. A alcachofra é uma planta perene e pode produzir por seis anos ou mais, mas os horticultores geralmente substituem as plantas a cada três anos, pois a produção tende a diminuir em número e qualidade a partir do terceiro ano.
A sua colheita faz-se de Março/Abril até Maio/Junho.
USOS CULINÁRIOS
Apenas se usam as inflorescências (antes de florirem).
Existem várias formas de a comer, sendo que a mais usual é cozida ao vapor e servida com molho de manteiga.Muitas vezes servida como entrada.
Outras formas de comer alcachofra são:
-Alcachofras assadas;
-Alcachofras recheadas
CURIOSIDADES
Os estudos científicos demonstraram que a alcachofra (320 a 640 mg/dia) reduz em 40% os sintomas de dispepsia após dois meses em 454 pacientes, revelou a Phytomedicine em 2002.
No tratamento do colesterol, a dose diária de 1800 mg de alcachofra diminuiu, ao fim de seis semanas de tratamento, o colesterol total em 18,5% (8,6% no placebo) e o LDL em 22,9%, de acordo com um estudo Arzneimittelforschung de 2000.
Dada a sua capacidade regeneradora do fígado, pode ser utilizada em caso de intoxicações crónicas por má alimentação ou por utilização excessiva de medicamentos ou álcool.
As plantas podem produzir poucas flores (ou nenhuma flor) no primeiro ano. A alcachofra é uma planta perene e pode produzir por seis anos ou mais, mas os horticultores geralmente substituem as plantas a cada três anos, pois a produção tende a diminuir em número e qualidade a partir do terceiro ano.
A sua colheita faz-se de Março/Abril até Maio/Junho.
USOS CULINÁRIOS
Apenas se usam as inflorescências (antes de florirem).
Existem várias formas de a comer, sendo que a mais usual é cozida ao vapor e servida com molho de manteiga.Muitas vezes servida como entrada.
Outras formas de comer alcachofra são:
-Alcachofras assadas;
-Alcachofras recheadas
CURIOSIDADES
Os estudos científicos demonstraram que a alcachofra (320 a 640 mg/dia) reduz em 40% os sintomas de dispepsia após dois meses em 454 pacientes, revelou a Phytomedicine em 2002.
No tratamento do colesterol, a dose diária de 1800 mg de alcachofra diminuiu, ao fim de seis semanas de tratamento, o colesterol total em 18,5% (8,6% no placebo) e o LDL em 22,9%, de acordo com um estudo Arzneimittelforschung de 2000.
Dada a sua capacidade regeneradora do fígado, pode ser utilizada em caso de intoxicações crónicas por má alimentação ou por utilização excessiva de medicamentos ou álcool.
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